Quem é o consumidor orgânico

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A industria de alimentos e suplementos naturais não para de crescer, image6motivada pela maior preocupação das pessoas com sua saúde e qualidade de vida. Cada vez mais, novos produtos do gênero são lançados e o consumidor tem hoje, várias opções à sua escolha para atender suas necessidades.

No Brasil, as mulheres respondem por 70% das decisões de compra e dão prioridade a produtos confiáveis e garantidos como benéficos à saude. A qualidade da alimentação dos filhos é uma prioridade para as mães atentas à questão dos agrotóxicos. De modo geral, o consumidor do produto orgânico apresenta tres tipos diferentes:

1 – O consumidor “ecológico”e militante:
Conscientizado e informado, esse cliente sabe bem o que quer e faz suas compras com atenção e cuidado. Olha o rótulo do produto, verifica se tem algum sêlo de certificação, quer saber a origem do produto, como foi produzido e quer garantias. É o tipo de consumidor que questiona a ausência na industria, de embalagens degradáveis para os produtos orgânicos. Procura fugir da alimentação industrializada e de produtos que tenham residuos químicos.

2 – O consumidor que quer se iniciar em um novo estilo de vida e de consumo:
Procura se informar e sabe que o padrão de sua alimentação pode melhorar em qualidade. Compra o produto orgânico, pela recomendação de outras pessoas que já o conhecem, pois está acostumada a consumir apenas as marcas tradicionais do mercado.

Nessa mesma categoria, estão aqueles que buscam um novo estilo de consumo por razões de doença ou intoxicação. Procuram melhorar a qualidade de sua alimentação, orientados por médicos e nutricionistas.

3 – O consumidor gourmet:
Procura o produto de alta qualidade, orgânico ou não. Os produtos orgânicos o interessam na medida que lhe dão a garantia de um produto fresco e saboroso. Para esse consumidor, o produto processado não pode ter conservantes ou aditivos de qualquer especie. Se orienta pelo sabor e bom gosto, pois está acostumado a degustar e escolher o melhor. É tanto ou mais exigente que o consumidor militante, ainda que por motivos diferentes.

(Baseado em trabalho apresentado por Maria Calzada, do “El Rincón Organico”, na conferênica da IFOAM, Mar del Plata, 1998).


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