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28 de Outubro 2019


Vídeo apresentado no lançamento do Instituto Brasil Orgânico em homenagem a Dra. Ana Maria Primavesi

Vídeo produzido por Aracy Kamiyama, apresentado durante o lançamento do Instituto Brasil Orgânico, após homenagem a Dra. Ana Maria Primavesi.

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Brasileiros rumo a Berlim com projetos de impacto ambiental

Um paraense e um amazonense irão representar o Brasil na etapa final do concurso Falling Walls Lab (FWL) em Berlim em novembro, ambos apresentando projetos com alternativas sustentáveis, como um cimento de menor impacto ambiental e o reaproveitamento de moléculas encontradas em plantas para a produção de materiais biodegradáveis. As etapas classificatórias em Fortaleza e Belo Horizonte destacaram-se pela diversidade científica, por muitas novidades e por dar oportunidades a novos cientistas e pesquisadores brasileiros também fora do eixo Rio-São Paulo.

Em meio a muitas ideias transformadoras e de diversas áreas do conhecimento aconteceram em Fortaleza em 20 de setembro, na Universidade Federal do Ceará (UFC), e em Belo Horizonte em 23 de setembro, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), as etapas brasileiras classificatórias do Falling Wall Lab (FWL) 2019. Muitas novidades, surpresas e prêmios extras marcaram a quinta edição do concurso com atuação do Centro Alemão de Ciência e Inovação (DWIH São Paulo), organizador do Falling Walls Lab Belo Horizonte e parceiro do DAAD (Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico) no Falling Walls Lab Fortaleza.

Em comum, os projetos vencedores em cada classificatória focam em alternativas sustentáveis que impactam a vida das pessoas e do meio ambiente, reaproveitando materiais já existentes. Outra semelhança: o Norte do Brasil foi destaque e um paraense e um amazonense foram os grandes vitoriosos e irão representar o Brasil disputando a final mundial na Alemanha, além de participar da Falling Walls Conference, em Berlim, nos dias 8 e 9 de novembro. O programa de viagem dos ganhadores será complementado com outras atividades, como visitas a instituições de pesquisa e atividades de empreendedorismo.

Confira a matéria completa no website do DWIH São Paulo.

Fonte: DWIH São Paulo

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“Gosto Da Amazônia” chega a sua etapa final com festival no CADEG (RJ)

O Cadeg abre suas portas para receber e etapa final do projeto cujo objetivo é melhorar a qualidade de vida das comunidades envolvidas no manejo do pirarucu selvagem da Amazônia. Originário da bacia Amazônica, o pirarucu pode chegar até três metros de comprimento e 200 kg. O manejo, presente hoje em 34 áreas protegidas, é uma prática de uso sustentável que começou a ser implementado em 1999 e que garante a sobrevivência da espécie, soberania alimentar e renda aos indígenas e ribeirinhos e contribui para a conservação da Floresta.

A primeira edição do Festival Gosto da Amazônia chega ao Rio para enriquecer a gastronomia da cidade, com a intenção de entrar para o tradicional calendário de eventos do Cadeg. Para participar do Festival, cada restaurante criou um prato original à base do pirarucu de manejo, enquanto outros estabelecimentos trouxeram produtos sustentáveis direto da Amazônia, como café, castanha do Brasil, óleos e farinhas especiais, acessórios artesanais e o próprio pirarucu congelado, que estará à venda nos empórios do Cadeg.

O Projeto Gosto da Amazônia começou em março deste ano com 15 chefs do Rio de Janeiro, que testaram e aprovaram o pirarucu de manejo. Em seguida, oficinas foram realizadas no SindRio para cerca de 250 pessoas, e no mês de julho nove chefs viajaram para as Terras Indígenas Paumari, a fim de conhecer de perto, no sul do Amazonas, o manejo e seus benefícios. Entre eles, Marcelo Barcellos, do restaurante Barsa, que no festival vai apresentar a “moqueca de pirarucu refogada no azeite com alho e hadock de congro negro, acompanhada de arroz de brócolis e farofa de farinha amarela d´água do Amazonas, com castanhas e frutas seca”.

Segundo Barcellos, o paladar delicado do pirarucu, abre um leque de possibilidades de preparo, além de funcionar como contraponto a um molho mais marcante. “Os fatores que mais se destacaram foram o sabor, sem nota de terra, muito comum em peixe de água doce, a aparência nobre, limpa, alta cor clara com as camadas marcantes”, elogiou o chef do Restaurante Barsa.
Antes de chegar ao Cadeg, o Gosto da Amazônia também marcou presença também no Rio Gastronomia, evento que reuniu cerca de 60 mil pessoas em agosto no Píer Mauá, e onde foram servidas quase três mil porções de pratos com pirarucu. Em setembro, 28 estabelecimentos do Mercado participarão do Festival, entre restaurantes com pratos inéditos, empórios, lojas de bebidas e acessórios, além de uma programação de aulas e atividades infantis nos fins de semana.

Fonte: SINDRIO - www.sindrio.com.br

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Confira as apresentações realizadas no Green Rio 2019

Conteúdo está disponível no website do Green Rio. Confira o que foi apresentado na conferência que contou com mais de 80 palestrantes e ocorreu junto à feira.

Clique aqui para as apresentações.

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